quarta-feira, 11 de novembro de 2009

III Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura

Realiza-se, na Fundação Calouste Gulbenkian, nos próximos dias 22 e 23 de Outubro a III Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura.
A apresentação de projectos de promoção da leitura e a avaliação externa do programa serão algumas das questões a abordar nesta terceira edição da conferência do PNL

Encontro Internacional de Literacia Familiar


O desenvolvimento pessoal e social das crianças, das comunidades e da sociedade dependeu e depende da literacia nas famílias. Um baixo nível de literacia repercutiu-se numa fraca escolarização com implicações no insucesso escolar, em dificuldade de inserção na vida activa e numa cidadania plena.
O "I Encontro Internacional de Literacia Familiar: Implicações da Família no Sucesso Escolar" realizar-se-á, nos dias 13 e 14 de Novembro, na Escola Superior de Educação de Coimbra.

Actividades das Bibliotecas Escolares


Convidamos as equipas a colocarem as actividades já realizadas pelas bibliotecas escolares, que considerem relevantes e que desejem partilhar, na secção ACTIVIDADES DAS ESCOLAS.
Se realizou actividades dinamizadas pela biblioteca escolar ou em que a biblioteca desempenhou um papel significativo, que considere interessantes e das quais disponha documentos de apoio e/ou imagens da sua concretização, clique em ACTIVIDADES DAS ESCOLAS e siga as instruções. Verifique a localização da ligação no canto inferior direito desta imagem.
ACTIVIDADES DAS ESCOLAS

A expulsão dos jesuítas dos Domínios Portugueses



Assinala-se, em Setembro de 2009, o 250.º aniversário da expulsão da Companhia de Jesus dos Domínios Portugueses. Trata-se, seguramente, de um dos temas mais polémicos da historiografia nacional. Esta oscila geralmente entre duas posições antagónicas. Por um lado, a «lenda negra» que assaca todo o tipo de acusações à milícia inaciana, muitas das quais sem qualquer verosimilhança. O processo começou logo com o intenso combate político, ideológico e religioso travado entre a Coroa, sob a orientação de Sebastião José de Carvalho e Melo, e os discípulos de Loiola, tendo perdurado até ao século XX, com particular virulência no decurso da Primeira República. Por outro lado, surgiu a «lenda dourada» que atribuiu toda a responsabilidade à idiossincrasia e ao comportamento do futuro marquês de Pombal, isentando os religiosos de quaisquer responsabilidades e transformando-os em meras vítimas de um algoz que pretendera, desde o início do governo de D. José I, destruí-los.
A realidade foi, como poderemos verificar, bem mais complexa do que as versões redutoras que vigoraram durante séculos. As investigações entretanto levadas a cabo e novas interpretações permitem concluir que se trata de um complexo fenómeno histórico que se centrou nos três principais reinos católicos (Portugal, França e Espanha) em que se defrontavam governos eivados dos princípios do Despotismo Esclarecido que não toleravam a existência de corpos autónomos - fossem eles aristocráticos, corporativos ou religiosos – que não se submetessem à autoridade incontestada do soberano e dos seus órgãos de governo ou oficiais régios. A simples resistência às ordens reais era considerada intolerável e merecedora de severa punição qualquer que fosse o estatuto dos infractores.
A resistência da Companhia de Jesus às novas orientações políticas assumiu um carácter mais dramático em Portugal e Espanha, devido aos enormes privilégios e à grande influência de que gozava sobretudo nas Américas Portuguesa e Espanhola, teatros onde se jogou a sorte dos inacianos em meados de Setecentos.
retirado do site http://www.bnportugal.pt/

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